Um bom exemplo!
Foi ontem atribuido o título europeu (referente ao campeonato de 2002) dos 100 metros a Francis Obikwelu. O velocista havia ficado em segundo, atrás do britânico Dwain Chambers nos europeus de Munique, mas após ter ficado provado (Chambers chegou mesmo a admiti-lo pessoalmente) que este último tinha corrido sob o efeito de dopping, foi-lhe retirada a medalha de ouro e automáticamente atribuida ao segundo classificado, Obikwelu.
A notícia podia acabar aqui, mas na edição de hoje do jornal "O Jogo" pode ler-se o seguinte:
""Para mim, o campeão será sempre Chambers. Eu serei sempre segundo", repetiu-o, ontem, a O JOGO, sem mostrar o mínimo de vontade de ser agora chamado "campeão europeu dos 100 m". "Foi na pista que ele me ganhou, será na pista que o hei-de derrotar", prosseguiu convicto, mesmo estando em causa o facto incontornável de Dwain Chambers ter confessado que ingeriu THG: "Isso para mim não quer dizer nada. Hei-de vencê-lo em Gotemburgo", prometeu Francis Obikwelu, parecendo encontrar neste Europeu da Suécia, daqui a menos de um mês e meio, a forma ideal de se compensar pela injustiça de em 2002 ter perdido para alguém que correu som moldes ilícitos."
Perante tudo isto, dou por mim a pensar na selecção nacional de futebol. Após o irritante jogo contra a Holanda, que venceu com o descarado recurso ao anti-jogo, nomeadamente ao não jogar nem deixar jogar toda a segunda parte, dando cacetada e fazendo fita sempre que possível, os responsáveis e jogadores da selecção, bem como esse verdadeiro mercenário do futebol que é Joseph Blatter, ainda reclamaram com o árbrito, quando quem o poderia ter feito eram os holandeses. Atenção; poderia, mas não deveria. Eu acho que a maneira correcta de lidar com estas coisas é a do Francis, e quando forem os Europeus de Gotemburgo, acho que vou por a bandeira na janela!
A notícia podia acabar aqui, mas na edição de hoje do jornal "O Jogo" pode ler-se o seguinte:
""Para mim, o campeão será sempre Chambers. Eu serei sempre segundo", repetiu-o, ontem, a O JOGO, sem mostrar o mínimo de vontade de ser agora chamado "campeão europeu dos 100 m". "Foi na pista que ele me ganhou, será na pista que o hei-de derrotar", prosseguiu convicto, mesmo estando em causa o facto incontornável de Dwain Chambers ter confessado que ingeriu THG: "Isso para mim não quer dizer nada. Hei-de vencê-lo em Gotemburgo", prometeu Francis Obikwelu, parecendo encontrar neste Europeu da Suécia, daqui a menos de um mês e meio, a forma ideal de se compensar pela injustiça de em 2002 ter perdido para alguém que correu som moldes ilícitos."
Perante tudo isto, dou por mim a pensar na selecção nacional de futebol. Após o irritante jogo contra a Holanda, que venceu com o descarado recurso ao anti-jogo, nomeadamente ao não jogar nem deixar jogar toda a segunda parte, dando cacetada e fazendo fita sempre que possível, os responsáveis e jogadores da selecção, bem como esse verdadeiro mercenário do futebol que é Joseph Blatter, ainda reclamaram com o árbrito, quando quem o poderia ter feito eram os holandeses. Atenção; poderia, mas não deveria. Eu acho que a maneira correcta de lidar com estas coisas é a do Francis, e quando forem os Europeus de Gotemburgo, acho que vou por a bandeira na janela!
