Em que votaste?
Passei a semana incrédulo com os resultados das autárquicas. O Rio ganhou. Mais grave ainda, todos os ladrões unanimes também (excepção feita ao Avelino, que foi vítima da regra que impõe uma excepção que confirme todas as outras). Dou por isso a pensar o que falhou. Fácil. É o calcanhar de Aquiles da democracia desde sempre: Quem falhou foi o povo.
O povo é constituido maioritariamente por mentecaptos que colocam os malucos do riso no topo de todas as listas de audiências desde há anos. Que permitem que Tinos de Rans, Castelos Brancos, padres Borga, Malatos, Gabrieis e Mouras Guedes lhes invadam diariamente o sossego do lar. Que armam gritarias às portas de tribunais. Que não fazem ideia em que estão a votar. Apenas votam. E votam naquele individuo em particular porque lhes plantou uma horrorosa fonte luminosa na praça central, independentemente de com quanto este se tenha abotoado através da superfacturação da mesma. E votam naquele partido porque sempre foi assim. No da mão fechada; no da seta; no das setas; no da foiçe; no dos charros e abortos... Só sabem em quem estão a votar. Não sabem em quê...
Neste momento, alguns de vós estarão a chamar-me fascista. Já disse que sou portista. De qualquer maneira os textos devem ser sempre lidos até ao fim, sob pena de vos acontecer o que aconteceu ás vossas avózinhas quando foram naquela excursão de degustação de mexilhões à Coruña e voltaram de lá com um colchão ortopédico que pagarão para o resto da vida (...mas eles ofereciam um relógio de parede... bem bonito!)
De qualquer maneira, confesso que a minha utopia para um sistema politico perfeito passava pela implantação de uma ditadura dirigida por alguém de extremo bom senso, que não falhasse nunca e tomasse sempre a decisão correcta. É tão impossível como a romântica anarquia, mas com a vantagem que só seria necessário arranjar um gajo do caralho, em contraponto a sermos todos gajos do caralho, por forma que a coisa não descambasse. Assim, e perante estas impossibilidades, sugiro o seguinte:
Em futuras eleições, anexado ao boletim de voto, viria um pequeno questionário referente ao manifesto eleitoral apresentado pelo partido ou candidato em que o cidadão tenha depositado a sua esperança; (em escolha múltipla, verdadeiro ou falso, qualquer coisa assim...) o desconhecimento do referido programa implicaria a anulação liminar do voto.
Por outro lado, no fim de cada mandato, o incumprimento de parte substancial do mesmo programa (digamos... 80%!) impediria que o referido candidato e respectiva equipa se candidatasse ao que quer que fosse no futuro, comissões de festas da romaria lá da terra incluidas. Além disto, todo e qualquer chuleco que andasse a meter para a blusa dinheiro do herário público ficaria de imediato impedido de trabalhar para o estado. Nem a administrador da RTP, nem a almeida da câmara municipal de Campo Maior.
O povo é constituido maioritariamente por mentecaptos que colocam os malucos do riso no topo de todas as listas de audiências desde há anos. Que permitem que Tinos de Rans, Castelos Brancos, padres Borga, Malatos, Gabrieis e Mouras Guedes lhes invadam diariamente o sossego do lar. Que armam gritarias às portas de tribunais. Que não fazem ideia em que estão a votar. Apenas votam. E votam naquele individuo em particular porque lhes plantou uma horrorosa fonte luminosa na praça central, independentemente de com quanto este se tenha abotoado através da superfacturação da mesma. E votam naquele partido porque sempre foi assim. No da mão fechada; no da seta; no das setas; no da foiçe; no dos charros e abortos... Só sabem em quem estão a votar. Não sabem em quê...
Neste momento, alguns de vós estarão a chamar-me fascista. Já disse que sou portista. De qualquer maneira os textos devem ser sempre lidos até ao fim, sob pena de vos acontecer o que aconteceu ás vossas avózinhas quando foram naquela excursão de degustação de mexilhões à Coruña e voltaram de lá com um colchão ortopédico que pagarão para o resto da vida (...mas eles ofereciam um relógio de parede... bem bonito!)
De qualquer maneira, confesso que a minha utopia para um sistema politico perfeito passava pela implantação de uma ditadura dirigida por alguém de extremo bom senso, que não falhasse nunca e tomasse sempre a decisão correcta. É tão impossível como a romântica anarquia, mas com a vantagem que só seria necessário arranjar um gajo do caralho, em contraponto a sermos todos gajos do caralho, por forma que a coisa não descambasse. Assim, e perante estas impossibilidades, sugiro o seguinte:
Em futuras eleições, anexado ao boletim de voto, viria um pequeno questionário referente ao manifesto eleitoral apresentado pelo partido ou candidato em que o cidadão tenha depositado a sua esperança; (em escolha múltipla, verdadeiro ou falso, qualquer coisa assim...) o desconhecimento do referido programa implicaria a anulação liminar do voto.
Por outro lado, no fim de cada mandato, o incumprimento de parte substancial do mesmo programa (digamos... 80%!) impediria que o referido candidato e respectiva equipa se candidatasse ao que quer que fosse no futuro, comissões de festas da romaria lá da terra incluidas. Além disto, todo e qualquer chuleco que andasse a meter para a blusa dinheiro do herário público ficaria de imediato impedido de trabalhar para o estado. Nem a administrador da RTP, nem a almeida da câmara municipal de Campo Maior.
