Comunicado.
O Grupo Separatista Hámosh vem por este meio reivindicar o atentado ocorrido ontem na Rua de Santa Catarina, bem como pedir as sinceras desculpas a todos os civis atingidos.
A ideia inicial era atingir o perspicaz presidente da Câmara Municipal do Porto (não foi na treta do cilindro nem da botija de gás...), nomeadamente através da explosão dos Paços do Concelho, onde à hora do atentado o autarca se encontrava a levar a cabo uma sessão alargada de fricção do testículo, ora o esquerdo, ora o direito, enquanto, simultâneamente, se dedicava a alinhavar meia dúzia de barbaridades a colocar ao dispor dos repórteres nos próximos dias, sempre na linha das publicadas nos últimos dias, das quais passamos a reproduzir as mais embelemáticas:
"- Se há arrumadores no Porto, não são toxicodependentes!"
"- As obras na Avenida da Boavista não têm nada a ver com o Grande Prémio de Fórmula 1 de Clássicos."
"- Neste momento assiste-se a um novo fenómeno que é a chegada ao Porto de arrumadores dos concelhos vizinhos em busca de tratamento."
O atentado não resultou por diversas razões, que passamos a expor:
- O briefing da operação foi levado a cabo na Ribeira, e, apenas como forma de camuflagem, para passarmos por comuns bebados, tivemos de aviar meia dúzia de litrosas por cabeça, o que veio a afectar o cérebro de alguns dos membros, tanto a parte responsável pelo raciocínio como a responsável pela função locomotora.
- A fim de tentar diminuir os danos provocados pela Super Bock, nomeadamente através da ingestão de francesinhas para enxugar o liquido e criar lastro, dirigiram-se os operacionais da célula portuense do nosso grupo ao Bufete Fase, catedral da francesinha, sito a escassos metros do local da deflagração do engenho explosivo artesanal (por falar nisso, era feito à base de bagaço caseiro, acendalhas "Samba", adubo "Substral" e limalha de aço).
- Após a saida do dito establecimento, o nosso operacional que estava encarregue de transportar a bomba, pousou o saco desportivo, com as cores do FCP, onde esta estava dissimulada, com a finalidade de aliviar a bexiga, tendo-se depois esquecido de tornar a pegar nele.
- Os restantes operacionais, que se encontravam uns metros à frente a entoar a "Pedra no Sapato", hino oficial do grupo, não se aperceberam do lapso e quando deram por ela já a bomba deflagrara e já as velhas corriam em direcção ao local, histéricas, aos gritos, com a mão sobre o lado esquerdo do peito e a fazer aquele som "nhac, nhac" característico com os chanatos.
Pedimos assim, mais uma vez, desculpas a todos a quem o atentado causou transtorno e fica a promessa de uma nova tentativa futura, quem sabe para o dia 1 de Novembro, para quando está marcado um jantar-convívio comemorativo dos 250 anos do terramoto de Lisboa.
Ohlamar seja louvado!
A ideia inicial era atingir o perspicaz presidente da Câmara Municipal do Porto (não foi na treta do cilindro nem da botija de gás...), nomeadamente através da explosão dos Paços do Concelho, onde à hora do atentado o autarca se encontrava a levar a cabo uma sessão alargada de fricção do testículo, ora o esquerdo, ora o direito, enquanto, simultâneamente, se dedicava a alinhavar meia dúzia de barbaridades a colocar ao dispor dos repórteres nos próximos dias, sempre na linha das publicadas nos últimos dias, das quais passamos a reproduzir as mais embelemáticas:
"- Se há arrumadores no Porto, não são toxicodependentes!"
"- As obras na Avenida da Boavista não têm nada a ver com o Grande Prémio de Fórmula 1 de Clássicos."
"- Neste momento assiste-se a um novo fenómeno que é a chegada ao Porto de arrumadores dos concelhos vizinhos em busca de tratamento."
O atentado não resultou por diversas razões, que passamos a expor:
- O briefing da operação foi levado a cabo na Ribeira, e, apenas como forma de camuflagem, para passarmos por comuns bebados, tivemos de aviar meia dúzia de litrosas por cabeça, o que veio a afectar o cérebro de alguns dos membros, tanto a parte responsável pelo raciocínio como a responsável pela função locomotora.
- A fim de tentar diminuir os danos provocados pela Super Bock, nomeadamente através da ingestão de francesinhas para enxugar o liquido e criar lastro, dirigiram-se os operacionais da célula portuense do nosso grupo ao Bufete Fase, catedral da francesinha, sito a escassos metros do local da deflagração do engenho explosivo artesanal (por falar nisso, era feito à base de bagaço caseiro, acendalhas "Samba", adubo "Substral" e limalha de aço).
- Após a saida do dito establecimento, o nosso operacional que estava encarregue de transportar a bomba, pousou o saco desportivo, com as cores do FCP, onde esta estava dissimulada, com a finalidade de aliviar a bexiga, tendo-se depois esquecido de tornar a pegar nele.
- Os restantes operacionais, que se encontravam uns metros à frente a entoar a "Pedra no Sapato", hino oficial do grupo, não se aperceberam do lapso e quando deram por ela já a bomba deflagrara e já as velhas corriam em direcção ao local, histéricas, aos gritos, com a mão sobre o lado esquerdo do peito e a fazer aquele som "nhac, nhac" característico com os chanatos.
Pedimos assim, mais uma vez, desculpas a todos a quem o atentado causou transtorno e fica a promessa de uma nova tentativa futura, quem sabe para o dia 1 de Novembro, para quando está marcado um jantar-convívio comemorativo dos 250 anos do terramoto de Lisboa.
Ohlamar seja louvado!
